CRHIS GARDNER (A PROCURA DA FELICIDADE)
A incrível história verídica contada por ele no livro The pursuit of happyness (À procura da felicidade), a história de Gardner – bem conhecida dos americanos – ganhou um filme homônimo estrelado por Will Smith e seu filho Jaden.
Trata-se da saga de um homem desempregado, abandonado pela esposa, tornado pai solteiro, mendigo, carregando o filho pequeno para os abrigos de sem-tetos, bancos de jardins e até banheiros públicos, ocupados à força para servirem de dormitório à dupla. Até que, com muito esforço e espírito empreendedor, Gardner consegue reverter esse estado de penúria para uma situação de riqueza, respeitabilidade e de fama. Hoje, ele tem uma fortuna estimada em US$ 600 milhões. Essa metamorfose, claro, dependeu de muita força de vontade, caráter e senso de oportunidade. Além de sorte, é claro.
Nos anos 80, Gardner vivia em San Francisco, onde trabalhava com venda de equipamentos médicos. Um dia, ele viu um sujeito numa Ferrari vermelha procurando vaga num estacionamento no centro da cidade. Impressionado com a máquina, ele ofereceu a sua vaga. “Falei para ele, você pode estacionar no meu lugar, mas me responda duas perguntas: O que você faz? E como você faz?” O dono da Ferrari disse que era corretor da Bolsa de Valores, vendia ações e faturava US$ 80 mil por mês – uma verdadeira fortuna na época. Ali, no ato, surgiu a inspiração indicando o caminho do ouro: “Naquele momento tomei duas decisões: entrar no negócios de ações e comprar uma Ferrari no futuro”, conta Gardner.
Ele acabou perdendo o emprego, mas não a perspectiva. Depois de muita insistência, Gardner finalmente conseguiu ser colocado como estagiário não remunerado numa corretora da Bolsa de Valores. Esta primeira tentativa, porém, não traria sucesso. O homem que lhe ofereceu o treinamento saiu da empresa e, da noite para o dia, fecharam-se as portas para o protegido. Novamente desempregado e com US$ 1.200 em multas de trânsito sem pagamento, Gardner foi parar na cadeia. Sua mulher – numa das piores decisões financeiras de que se teria notícia – o deixou a ver navios com o filho deles, Chris Jr., então com dois anos.
Suas economias se resumiam a US$ 21 no bolso. Seria o suficiente para fazer uma pessoa começar a beber. “Meu padastro era alcoólatra, fracassado, ressentido e violento. Por isso eu não bebo até hoje”, conta. Se era suficiente para comprar dois litros de uísque, o dinheiro não dava para pagar o aluguel. Sem casa, pai e filho montaram residência provisória no banheiro da estação rodoviária de Oakland. E foi no toalete, ainda hoje em funcionamento, que o futuro milionário teve uma epifania: “Neste mundo existem dois tipos de pessoas: aqueles que vêem um monte de estrume e o identificam como merda e os que reconhecem ali uma boa quantidade de fertilizantes.” Com essa idéia na cabeça, Gardner passou a sair pelas ruas em busca de seu monte.
Depois de muito penar, ele teve outra oportunidade no programa de treinamento da corretora Dean Witter Reynolds. “Eu não ganhava nada. Meus colegas não sabiam que de noite, meu filho e eu dormíamos em abrigos de mendigos, banheiros e parques”, disse Gardner a ISTOÉ. A situação, embora considerada por ele como “promissora” – segundo a “teoria dos fertilizantes” –, não era nada confortável. Mas em 1981 ele finalmente obteve a licença para operar oficialmente na Bolsa de Valores. Imediatamente, encontrou emprego na conceituada firma Bear, Stearns & Company, trabalhando primeiro na área de San Francisco e depois em Nova York. De lá para diante, deslanchou e nunca mais parou. A primeira Ferrari de Gardner foi comprada de segunda mão. E não poderia ter passado por mãos mais significativas: pertenceu ao maior gênio do basquetebol, Michael Jordan. Pode ter sido um sinal de sorte. A aquisição foi feita nos anos 90, em Chicago, onde, como empresário independente, Gardner já havia montado banca para lidar com ações futuras de commodities. “No filme essa trajetória mudou um pouco, para melhorar a narrativa. Mas a essência é a mesma do livro”, diz o protagonista.
sexta-feira, 18 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Usar ou não o boné na escola?
Aqui na escola não se pode usar boné. Desde que comecei a estudar no campus, essa norma já estava em vigor.
Um dia, fui conversar com a pedagoga para saber o porquê da proibição. Ela me disse que não tinha nada contra o uso do boné, mas que a tal regra havia sido criada pelo colegiado, ou seja, era uma norma “democrática”.
Mesmo com toda essa explicação, eu ainda queria saber porquê as pessoas haviam criado a tal regra. Por esse motivo, saí à procura de respostas.
Uma professora me disse que também não tinha nada contra o uso de bonés, mas que aprovava a decisão do colegiado, pois, em algumas escolas, alunos escondiam drogas embaixo desse simples acessório. Para a professora, a proibição era uma maneira de prevenir que isso também acontecesse na nossa escola, e claro que quando se dar esta desculpa, os professores não levam em conta o tamanho das mochilas e nem os bolsos dos alunos que seriam um pouco mais óbvios que esconder drogas no boné.
Isso parece um exagero, não? Será que o uso de bonés levaria o “tráfico” para dentro da sala de aula?
Muitos outros professores com os quais conversei não sabiam dizer o porquê da proibição. Eles apenas obedeciam.
Hoje, o boné faz parte do vestuário de muitos alunos, assim como brincos, pulseiras e relógios. Proibir o uso desse acessório específico me parece uma bobagem.
Usar um boné, depende de sua cultura e personalidade, e eu acho que a escola não tem o direito de interferir na cultura alheia , muito menos abafar a personalidade de ninguém. O judeu tem o direito de usar o seu gorrinho, o índio o seu cocar assim como o jovem de cultura urbana também tem. Afinal são culturas diferentes entre si, mas iguais perante a constituição brasileira.
O Brasil e o mundo só mudarão, quando aprendermos a conviver com as diferenças, e isso se inicia na escola, e não pensem que a missão do corpo docente desta instituição e diferente, aprendam a formar cidadãos críticos, respeitadores das diferenças, comecem dando este grande passo, liberem o uso do boné, e gritem para quem quiser ouvir que nesta instituição há regras, mas que estas não interferem na liberdade de expressão de nenhum cidadão.
Não adianta a escola criar regras sem apresentar bons argumentos. Se não houver uma explicação convincente, muitos alunos irão simplesmente desobedecer tais normas. Na escola a gente tem que se sentir bem e não viver pressionado, como se estivesse em plena ditadura.
Um dia, fui conversar com a pedagoga para saber o porquê da proibição. Ela me disse que não tinha nada contra o uso do boné, mas que a tal regra havia sido criada pelo colegiado, ou seja, era uma norma “democrática”.
Mesmo com toda essa explicação, eu ainda queria saber porquê as pessoas haviam criado a tal regra. Por esse motivo, saí à procura de respostas.
Uma professora me disse que também não tinha nada contra o uso de bonés, mas que aprovava a decisão do colegiado, pois, em algumas escolas, alunos escondiam drogas embaixo desse simples acessório. Para a professora, a proibição era uma maneira de prevenir que isso também acontecesse na nossa escola, e claro que quando se dar esta desculpa, os professores não levam em conta o tamanho das mochilas e nem os bolsos dos alunos que seriam um pouco mais óbvios que esconder drogas no boné.
Isso parece um exagero, não? Será que o uso de bonés levaria o “tráfico” para dentro da sala de aula?
Muitos outros professores com os quais conversei não sabiam dizer o porquê da proibição. Eles apenas obedeciam.
Hoje, o boné faz parte do vestuário de muitos alunos, assim como brincos, pulseiras e relógios. Proibir o uso desse acessório específico me parece uma bobagem.
Usar um boné, depende de sua cultura e personalidade, e eu acho que a escola não tem o direito de interferir na cultura alheia , muito menos abafar a personalidade de ninguém. O judeu tem o direito de usar o seu gorrinho, o índio o seu cocar assim como o jovem de cultura urbana também tem. Afinal são culturas diferentes entre si, mas iguais perante a constituição brasileira.
O Brasil e o mundo só mudarão, quando aprendermos a conviver com as diferenças, e isso se inicia na escola, e não pensem que a missão do corpo docente desta instituição e diferente, aprendam a formar cidadãos críticos, respeitadores das diferenças, comecem dando este grande passo, liberem o uso do boné, e gritem para quem quiser ouvir que nesta instituição há regras, mas que estas não interferem na liberdade de expressão de nenhum cidadão.
Não adianta a escola criar regras sem apresentar bons argumentos. Se não houver uma explicação convincente, muitos alunos irão simplesmente desobedecer tais normas. Na escola a gente tem que se sentir bem e não viver pressionado, como se estivesse em plena ditadura.
Usar ou não o boné na escola?
Aqui na escola não se pode usar boné. Desde que comecei a estudar no campus, essa norma já estava em vigor.
Um dia, fui conversar com a pedagoga para saber o porquê da proibição. Ela me disse que não tinha nada contra o uso do boné, mas que a tal regra havia sido criada pelo colegiado, ou seja, era uma norma “democrática”.
Mesmo com toda essa explicação, eu ainda queria saber porquê as pessoas haviam criado a tal regra. Por esse motivo, saí à procura de respostas.
Uma professora me disse que também não tinha nada contra o uso de bonés, mas que aprovava a decisão do colegiado, pois, em algumas escolas, alunos escondiam drogas embaixo desse simples acessório. Para a professora, a proibição era uma maneira de prevenir que isso também acontecesse na nossa escola, e claro que quando se dar esta desculpa, os professores não levam em conta o tamanho das mochilas e nem os bolsos dos alunos que seriam um pouco mais óbvios que esconder drogas no boné.
Isso parece um exagero, não? Será que o uso de bonés levaria o “tráfico” para dentro da sala de aula?
Muitos outros professores com os quais conversei não sabiam dizer o porquê da proibição. Eles apenas obedeciam.
Hoje, o boné faz parte do vestuário de muitos alunos, assim como brincos, pulseiras e relógios. Proibir o uso desse acessório específico me parece uma bobagem.
Usar um boné, depende de sua cultura e personalidade, e eu acho que a escola não tem o direito de interferir na cultura alheia , muito menos abafar a personalidade de ninguém. O judeu tem o direito de usar o seu gorrinho, o índio o seu cocar assim como o jovem de cultura urbana também tem. Afinal são culturas diferentes entre si, mas iguais perante a constituição brasileira.
O Brasil e o mundo só mudarão, quando aprendermos a conviver com as diferenças, e isso se inicia na escola, e não pensem que a missão do corpo docente desta instituição e diferente, aprendam a formar cidadãos críticos, respeitadores das diferenças, comecem dando este grande passo, liberem o uso do boné, e gritem para quem quiser ouvir que nesta instituição há regras, mas que estas não interferem na liberdade de expressão de nenhum cidadão.
Não adianta a escola criar regras sem apresentar bons argumentos. Se não houver uma explicação convincente, muitos alunos irão simplesmente desobedecer tais normas. Na escola a gente tem que se sentir bem e não viver pressionado, como se estivesse em plena ditadura.
Um dia, fui conversar com a pedagoga para saber o porquê da proibição. Ela me disse que não tinha nada contra o uso do boné, mas que a tal regra havia sido criada pelo colegiado, ou seja, era uma norma “democrática”.
Mesmo com toda essa explicação, eu ainda queria saber porquê as pessoas haviam criado a tal regra. Por esse motivo, saí à procura de respostas.
Uma professora me disse que também não tinha nada contra o uso de bonés, mas que aprovava a decisão do colegiado, pois, em algumas escolas, alunos escondiam drogas embaixo desse simples acessório. Para a professora, a proibição era uma maneira de prevenir que isso também acontecesse na nossa escola, e claro que quando se dar esta desculpa, os professores não levam em conta o tamanho das mochilas e nem os bolsos dos alunos que seriam um pouco mais óbvios que esconder drogas no boné.
Isso parece um exagero, não? Será que o uso de bonés levaria o “tráfico” para dentro da sala de aula?
Muitos outros professores com os quais conversei não sabiam dizer o porquê da proibição. Eles apenas obedeciam.
Hoje, o boné faz parte do vestuário de muitos alunos, assim como brincos, pulseiras e relógios. Proibir o uso desse acessório específico me parece uma bobagem.
Usar um boné, depende de sua cultura e personalidade, e eu acho que a escola não tem o direito de interferir na cultura alheia , muito menos abafar a personalidade de ninguém. O judeu tem o direito de usar o seu gorrinho, o índio o seu cocar assim como o jovem de cultura urbana também tem. Afinal são culturas diferentes entre si, mas iguais perante a constituição brasileira.
O Brasil e o mundo só mudarão, quando aprendermos a conviver com as diferenças, e isso se inicia na escola, e não pensem que a missão do corpo docente desta instituição e diferente, aprendam a formar cidadãos críticos, respeitadores das diferenças, comecem dando este grande passo, liberem o uso do boné, e gritem para quem quiser ouvir que nesta instituição há regras, mas que estas não interferem na liberdade de expressão de nenhum cidadão.
Não adianta a escola criar regras sem apresentar bons argumentos. Se não houver uma explicação convincente, muitos alunos irão simplesmente desobedecer tais normas. Na escola a gente tem que se sentir bem e não viver pressionado, como se estivesse em plena ditadura.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Não pode mais chingar a justiça?, palhaçada.
TA PEGANDO - O desembargador Ricardo Nunes do TRE do Pará, enquadrou o prefeito Evaldo Cunha PT, de Ipixuna do Pará, nordeste do Estado. Num discurso em praça pública, o prefeito teria soltado o verbo: “Há muita “bandalheira” no tribunal, estou “envergonhado com a Justiça do Pará” estão me tomando o mandato na marra, na corrupção”. O TRE lhe cassou o mandato por acusação de compra de votos, mas logo depois Evaldo voltou ao posto. Agora vai ter que se explicar na justa, pelas duras palavras...
Ônibus de graça, quem sabe em tucuruí.
Os usuários de ônibus de Belém finalmente têm algo a comemorar. No próximo dia 27 (domingo), os passageiros poderão circular nos coletivos de Belém e suas zonas distritais sem pagar nada, graças à Lei Municipal Nº. 8779, de 10 de dezembro de 2010, que concede a gratuidade nos ônibus um domingo por mês.
À Companhia de Transportes do Município de Belém (CTBel) cabe cumprir a lei e fiscalizar. “Regulamentamos a lei e ela será posta em prática no dia 27. Vamos colocar cinco fiscais de transporte em pontos de grande fluxo em Belém, dois em Outeiro e dois em Mosqueiro, para termos o controle da quantidade de pessoas que entram nos ônibus, se os motoristas não estão ‘queimando’ paradas e se as empresas estão circulando com mais de 50% da frota”, explicou Ellen Margareth Souza, superintendente da CTBel. Ellen esclareceu que após essa primeira experiência no dia 27, a CTBel fará uma análise para definir qual domingo do mês seria o da gratuidade. “Já temos estudos prévios que apontam o 3º domingo como o mais viável”, contou.
A superintendente da CTBel ainda vê dificuldades no cumprimento por parte das 40 empresas que prestam serviços de transporte coletivo em Belém. “Eles já receberam notificações e faremos ordens de serviço. Vamos ver como irão se comportar, já que tudo deve estar funcionando normalmente nas 1.400 linhas de ônibus que operam em Belém, com exceção da catraca que estará desligada”. Segundo ela, as empresas que operam linhas em Ananindeua e Marituba, quando estiverem circulando na capital no dia 27, terão que conceder a gratuidade da passagem.
À Companhia de Transportes do Município de Belém (CTBel) cabe cumprir a lei e fiscalizar. “Regulamentamos a lei e ela será posta em prática no dia 27. Vamos colocar cinco fiscais de transporte em pontos de grande fluxo em Belém, dois em Outeiro e dois em Mosqueiro, para termos o controle da quantidade de pessoas que entram nos ônibus, se os motoristas não estão ‘queimando’ paradas e se as empresas estão circulando com mais de 50% da frota”, explicou Ellen Margareth Souza, superintendente da CTBel. Ellen esclareceu que após essa primeira experiência no dia 27, a CTBel fará uma análise para definir qual domingo do mês seria o da gratuidade. “Já temos estudos prévios que apontam o 3º domingo como o mais viável”, contou.
A superintendente da CTBel ainda vê dificuldades no cumprimento por parte das 40 empresas que prestam serviços de transporte coletivo em Belém. “Eles já receberam notificações e faremos ordens de serviço. Vamos ver como irão se comportar, já que tudo deve estar funcionando normalmente nas 1.400 linhas de ônibus que operam em Belém, com exceção da catraca que estará desligada”. Segundo ela, as empresas que operam linhas em Ananindeua e Marituba, quando estiverem circulando na capital no dia 27, terão que conceder a gratuidade da passagem.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Carteirinha estudantil IFPA

O grêmio estudantil do IFPA campus Tucuruí, tem a honra de informar que uma de suas promessas de campanha esta em fase final para ser realizada, e a carteirinha estudantil dos alunos do Instituto campus Tucuruí.
Foi uma parceria entre a diretoria do campus e o grêmio, que possibilitou tal conquista, parabéns grêmio estudantil, parabéns alunos do IFPA, não precisaremos mais da carteirinha da unest.
Em breve mais detalhes,
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Discurso do Grêmio estudantil.
O objetivo do grêmio e sempre lutar para que nos livremos das garras do preconceito, da indiferença do racismo da desonestidade e da injustiça, esta luta É vencida dia a dia por cada um de nós, com esforços singulares de calouros e veteranos que irão sair desta instituição formados não somente como profissionais competentes, mas também como cidadãos conscientes, que levaram a mensagem da honestidade do bom censo para o meio em que vive.
O grêmio estudantil não tolera nenhum tipo de preconceito, e será zeloso em seus textos escritos ou falados para evitar qualquer tipo de insultos pessoais.
Hoje e um dia de comemoração, mas também e um dia de lembrar os vários amigos e colegas que não tiveram a mesma oportunidade que nos.
E uma vergonha ver governantes comemorando sua própria incompetência na televisão, patrocinando cursinhos ao Invés de investir em uma educação de qualidade, para que o aluno não precise fazer cursinhos para poder passar em provas selecionadoras.
O grêmio estudantil foi eleito por vocês e para vocês, sendo assim estaremos sempre do lado do estudante, desde que este esteja sofrendo algum tipo de injustiça seja por parte da instituição ou por parte de colegas de escola.
O grêmio estudantil não tolera nenhum tipo de preconceito, e será zeloso em seus textos escritos ou falados para evitar qualquer tipo de insultos pessoais.
Hoje e um dia de comemoração, mas também e um dia de lembrar os vários amigos e colegas que não tiveram a mesma oportunidade que nos.
E uma vergonha ver governantes comemorando sua própria incompetência na televisão, patrocinando cursinhos ao Invés de investir em uma educação de qualidade, para que o aluno não precise fazer cursinhos para poder passar em provas selecionadoras.
O grêmio estudantil foi eleito por vocês e para vocês, sendo assim estaremos sempre do lado do estudante, desde que este esteja sofrendo algum tipo de injustiça seja por parte da instituição ou por parte de colegas de escola.
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